Fim do Perse em março gera preocupação no setor de eventos da Região dos Campos Gerais
- Yukê Comunicação
- 25 de mar.
- 2 min de leitura
Com o possível término do Perse em março, o setor de eventos se vê diante de novos desafios para manter a recuperação pós-pandemia

O Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse) pode acabar em março e isso gerou preocupação no Ponta Grossa Campos Gerais Convention & Visitors Bureau, entidade representativa do setor de eventos na Região.
Segundo dados da Receita Federal do Brasil, neste mês, o valor total de renúncia em impostos do Programa atinge R$ 15 bilhões, teto estabelecido pela Legislação atual que definiu também o fim do Perse para dezembro de 2026, ou antes, caso o limite seja atingido.
Marcelo Amaral, gerente executivo do Convention, comenta:
“O setor de eventos, para o qual o Perse foi criado, foi o mais prejudicado na pandemia, já que a aglomeração de pessoas não era uma opção e todas as atividades precisaram ser canceladas, adiadas ou transferidas para o online, o que afetou toda a cadeia, desde a empresa realizadora até os fornecedores dessas atividades”.
Em agosto de 2021, o Convention, a AdeTur Campos Gerais, o Sebrae/PR e outras entidades fizeram uma pesquisa com o setor de eventos diante da pandemia de Covid-19. Segundo dados, 34% dos participantes tiveram prejuízos de R$ 100 mil, sendo que alguns chegaram a R$ 750 mil. Na média, é como se cada empresa tivesse perdido R$ 120 mil entre março de 2020 e 2021.
Criado em 2022, como forma de ajudar o setor de eventos em recuperação financeira após a pandemia de Covid-19, o Perse possibilita alíquota zero nas Contribuição nos Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep), Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e no Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ).
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